A bomba crescente dos preços lucra para majores do óleo
5:00 AM quinta-feira 1 de maio de 2008
Por Danny Fortson
O preço do petróleo gravado pode causar a agonia em muitos cantos da economia global mas ajudou BP e Shell, empresas petrolíferas da parte superior dois de Europa, elimina previsões dos analistas e os aumentos enormes do borne no primeiro trimestre lucram.
Entre eles, as companhias gravaram mais do que US$14 bilhão ($18.03 bilhões) nos lucros nos primeiros três meses do ano, durante que a hora o preço do óleo quebrou através do dólar US$100 por o ponto inicial do tambor e continuou no território desconhecido. Após ter ajustado uma elevação nova em US$119.93 mais cedo na semana, caiu ligeiramente ontem, trocando para baixo a US$116.40.
As partes em BP afluíram por mais de 6 por cento na notícia que seu lucro do custo de recolocação tinha saltado por 48 por cento a US$6.58 bilhão acima de US$4.4 bilhão o ano antes.
Os analistas tinham esperado BP, que está nas fases iniciais de uma reestruturação principal que o considere verter 5000 trabalhos e extirpar diversas camadas de gerência, relatar aproximadamente um lucro menor de US$5.2 bilhão. O mercado apreendido nos números como a evidência que a melhora do grupo, encabeçado pelo executivo principal Tony Hayward, já carregava a fruta.
Richard Griffith, um analista em seguranças da evolução, disse: “Os resultados dedebulha, ajudados claramente por preços elevados de óleo e de gás, não obstante mostraram que a rotação do grupo está avançada bem.”
A companhia tentou downplay essa percepção, entretanto, insistir seu desempenho era devido a diversos fatores únicos, incluindo seus comerciantes que fazem algumas apostas afortunadas. Era a mesma história para Shell, que viram lucros subir a US$7.78 bilhão, bem além do US$6.8 bilhão a maioria de analistas previstos, e uma melhoria principal em seu desempenho durante os primeiros três meses do ano passado. Sobre o ano de intervenção, o preço médio em que Shell vendeu seus produtos aumentaram por 68 por cento, devido à demanda forte do leste de industrialização e a um rufo da agitação que conduz às reduções da produção em nações grandes do produtor como Nigéria e Venezuela.
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